resumo destas últimas semanas:
corte de cabelo radical, trabalhos para entregar, stress, férias, jantaradas, dormidas, new year's eve no cinema, definição de relações (ou a impossibilidade de), planos para 2012, leituras e filmes em dia, despedidas, prendas de natal à última da hora.
há cenas que nunca mudam.
há cenas que nunca mudam.
You know what's wrong with you, Whoever-you-are ? You're chicken, you've got no guts. You're afraid to stick out your chin and say, "Okay, life's a fact, people do fall in love, people do belong to each other, because that's the only chance anybody's got for real happiness." You call yourself a free spirit, a "wild thing," and you're terrified somebody's gonna stick you in a cage. Well baby, you're already in that cage. You built it yourself. And it's not bounded in the west by Tulip, Texas , or in the east by Somali-land. It's wherever you go. Because no matter where you run, you just end up running into yourself.
"no pressures" "no surprises, then" "and after it all i'll be the tourist, a lucky one" "yeah, nice dream" "no, i have to be optimistic" "oh but but, down is the new up" "not if i go slowly. i wont even need an airbag and everything will be in its right place" "creepy, you won"
Radiohead em Portugal fuck yeah
Radiohead em Portugal fuck yeah
I always feel like I'm struggling to become someone else. like I'm trying to find a new place, grab hold of a new life, a new personality. I guess it's part of growing up, yet it's also an attempt to reinvent myself. by becoming a different me, I could free myself of everything. I seriously believed I could escape myself - as long as I made the effort. but I always hit a dead end. no matter where I go, I still end up me. what's missing never changes. the scenery may change, but I'm still the same old incomplete person. the same missing elements torture me with a hunger that I can never satisfy. I guess that lack itself is as close as I'll come to define myself. for your sake, I'd like to become a new person.
Haruki Murakami
Chá quente. Castanhas assadas que queimam as mãos. Chuva a cair e barulho da chuva a cair. Casa acolhedora. Mantas. Clássicos do cinema e filmes românticos. Livros. Velas acesas. Beijinhos no pescoço. Árvore de Natal. Prendas debaixo da árvore de Natal. Sorrisos. Sonhos. Luzes. Ruas enfeitadas. Jazz. Café. Publicidade a brinquedos. Passeios à chuva. Poças de água. Árvores despidas. Frio. Museus. Starbucks. Baixa de Lisboa. Cachecóis. Mensagens inesperadas. E um amor para a vida.
Das coisas boas de Inverno.
I thought of that old joke. You know, this guy goes to his psychiatrist and says, "Doc, my brother's crazy. He thinks he's a chicken." And the doctor says, "Well why don't you turn him in?" The guy says, "I would, but I need the eggs." Well, I guess that's pretty much now how I feel about relationships – you know, they're totally irrational and crazy and absurd, but, I guess we keep going through it because most of us need the eggs.
Coisas que me deixam feliz: a chegada do mês de novembro (um mês muito meu), as castanhas assadas, o chá preto quente noite sim noite não, a chuva e o frio, as roupas de Inverno, quentinhas, o jazz, a minha Lisboa, os anúncios da época de Natal, uma tarde de filmes, os cobertores & as mantas, a fotografia, a arte, a literatura, os museus, os passeios, os jardins, o frappuccino de caramelo da Starbucks, as viagens, a amizade e a família, o meu ipod, os beijos no pescoço, o perfume delicioso de alguém, os sorrisos e abraços, as mensagens de boa-noite e o e-mail que acabei de receber de uma pessoa muito especial, da qual tenho tantas, mas tantas saudades. E estas fotografias foram tiradas na última vez em que estive com essa pessoa. Dito isto, como pode a Gulbenkian não ser do amor?

Os meus prazeres eram errar na solidão, respirar o ar das montanhas cobertas de gelo, no cimo das quais os pássaros não ousam construir ninhos, e cujo granito sem erva afasta os insectos com asas ligeiras.
Eu gostava de mergulhar na torrente ou nas vagas do mar agitado; orgulhava-me de exercer as minhas forças contra as correntes rápidas, gostava de seguir durante a noite o caminho silencioso da Lua e o curso brilhante de cada estrela, contemplava os relâmpagos durante as tempestades até que os meus olhos ficassem deslumbrados, ou escutava a queda das folhas, quando os ventos de Outono vinham desfolhar as florestas. Tais eram os meus prazeres.

Lord Byron
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