Ora bem, faltam menos de duas semanas para ir a Madrid. Como já tinha dito, a minha razão principal para ir até à capital espanhola é mesmo para ver O concerto mas, já que lá vou, porque não aproveitar e dar uma vista de olhos pela cidade? É nesta parte em que vocês entram: preciso de umas sugestõezinhas. Só vou ter dois dias para visitar seja o que for, por isso vá, digam de vossa justiça: must see's, jardins (porque eu adoro jardins), onde e o que comer, e outras coisas que acham que mereçam uma visitinha ou uma foto. Todas as sugestões são bem vindas, por isso não se acanhem (aqui a Cat agradece - muito).

Prémio 2#
Recebi um outro prémio, desta vez da autora do blogue "Simplesmente 100". Como já sabem, seguir as regras dos selos não é comigo, mas agradeço, mais uma vez, o gesto simpático :)
Calories & Gymnasium
Digam-me que são como eu. Que antes de comerem qualquer coisa que seja, verificam sempre o número de calorias e conservantes que alimento X contém. Também são assim, não são? É que, credo, acho que estou a tornar-me numa obsessiva. Com tudo. Desde os iogurtes até aos chocolates. A coisa complica-se quando tenho um anjo e um diabo de cada lado. Um a tentar-me "Vá lá, come isso de uma vez por todas. É só hoje, não vai fazer mal" ; e outro a jogar pelo seguro "Vais-te arrepender. Vai tudo parar às ancas sem dares conta. Resiste, resiste!".
Agora já não importa se vai parar às ancas ou não. Vou aproveitar hoje para comer tudinho, porque amanhã vou para um ginásio e aí vai ser regime a sério (mesmo a sério). Talvez se malhar muito consiga obter alguns resultados numa semana. Caso contrário, volto para os chocolates.
Agora já não importa se vai parar às ancas ou não. Vou aproveitar hoje para comer tudinho, porque amanhã vou para um ginásio e aí vai ser regime a sério (mesmo a sério). Talvez se malhar muito consiga obter alguns resultados numa semana. Caso contrário, volto para os chocolates.
Into the Wild
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Marés 09
Lembram-se disto? Pois é, parece que foi ontem. O meu primeiro dia de trabalho. O meu primeiro dia de trabalho no meu primeiro trabalho. Já acabou. Um mês que passou a voar. Para trás ficam as memórias de companheirismo e boa disposição do grupo, das conversas sem sentido, das caminhadas pela areia, da preguiça logo pela manhã, das aulas de preparação, dos risos e gargalhadas, das visitas dos coordenadores, da chegada dos companheiros da tarde, dos utentes com reclamações parvas, das guerras de cinzeiros, das idas às outras praias, das conversas com utentes chatos, das fotografias, da criação das t-shirts, dos jogos no final de cada turno e de muito mais. Mas como tudo o que começa tem de acabar, ao menos que acabe em grande. Por hoje acabou, mas para o ano há mais.
Prémio 1#
A Amy Colline, que escreve maravilhosamente bem (como podem comprovar ao fazer uma visitinha pelo blogue dela, aqui), foi uma querida e ofereceu-me o meu primeiro selo. Eu sei que devia seguir com a corrente e enunciar uns quantos blogues e publicar a foto do selo, etc, etc, mas sinceramente não tenho muita paciência para isso, desculpem dizer-vos. Não quero ser mal agradecida (agradeço e aprecio o gesto simpático), mas será que é possível receber selos e "ficar" com eles sem fazer o que ditam as regras? (uma batotazinha, vá). É?
(Pois, com isto é bem provável que nunca mais me oferecam coisa nenhuma aqui por estas andanças. Que me perdoem, mas seguir estas regras todas pipis não é comigo).
In Love with Starbucks

O british accent tem muito que se lhe diga. Parece mel. Mal oiço uma palavrinha, uma simples e pequena palavrinha, derreto logo. Adoro. É um dos meus pontos fracos. Isso e British guys (o que vai dar quase ao mesmo, portanto). Ainda hoje apareceu-me lá na praia um jovem casal inglês - se não eram namorados, eram irmãos, ou amigos, ou whatever. Assim que chegou, o rapaz - todo jeitoso por sinal, de pele branquinha e com uma carinha de anjo que contrabalançava com um penteado radical - pousou a tralha toda (lancheira, malas, sacos) e soltou um animado "Holla!", seguindo de um "Do you speak English?" todo meloso. Foi a gota de água. Parei de pensar logo ali naquele momento. Nem consegui responder ao rapaz, tal era o meu estado de nervosismo acompanhado de euforia. Primeiro, nunca me tinha aparecido nenhum inglês a pedir informações ou auxílio. Segundo, como é que eu me iria safar e prestar atenção ao que ele dizia se só estava concentrada naquela pronúncia britânica (e não só)? Terceiro, eu estava com um sorriso parvo estampado no rosto - e devia estar a corar, infelizmente. A sorte foi lá que apareceu o chico esperto do grupo que começou logo a falar com eles e a traduzir, palavra a palavra, tudo o que era dito - o que fez com que o casal pensasse que todos nós éramos uns burros que não sabiam falar inglês, já para não falar do chico esperto que não perdeu tempo nenhum em dizer "They can speak English, but not so good as me. I'm the only one here who can speak english well, blá blá" e outras tretas que fizeram dele o rei. Fiquei fula e cheia de raiva. Só me apetecia mandar calar o gajo que insistia em humilhar toda a gente. Tudo bem, posso não falar inglês fluentemente, mas certamente me safava numa situação daquelas, não sou nenhuma atrasada. Além disso se há coisa que eu sei fazer é improvisar e que remédio tinham eles senão compreender o que eu estava a tentar dizer. Mas discussões à parte, a situação lá se resolveu. A rapariga - que mal abria a boca a não ser para dizer "It hurts" - saiu de lá quase como nova e sem nenhum pico no pé, e o rapaz, todo contente - que só dizia "It's fucking deep, oh shit" - despediu-se de nós com um rápido aperto de mão (achei amoroso). Ainda tive tempo de lhe dizer "I hope she get better", que foi a única coisa que me passou pela cabeça, ao que a rapariga agradeceu, desaparecendo no minuto a seguir.
Porque ainda há pessoas simpáticas e que nos deixam sem fala mal abrem a boca para dizer o que quer que seja na mais-que-perfeita pronúncia britânica. E que também nos deixam com o olhar fixado nelas, mas isso já é outra história.


Primeira conversa

“Como é que conseguiste o meu número?” “Isso foi fácil”
Imaginei a situação. Era óbvia a pessoa que lhe tinha dado o meu número. Foi a partir daqui, desta nossa primeira conversa em Dezembro, que começámos a falar. Hoje peguei no telemóvel e deu-me para ler todas as tuas mensagens, recordando assim os tempos passados – e que bons tempos. Queria ter apagado todas as mensagens que me enviaste com todas as palavras cheias de beleza e falsidade ao mesmo tempo, mas não consegui, não tive coragem, não quero ainda desfazer-me das tuas memórias. Porque apesar de tudo, ainda te considero um pedaço de mim, ainda te considero alguém especial, ainda te considero “meu”.
Imaginei a situação. Era óbvia a pessoa que lhe tinha dado o meu número. Foi a partir daqui, desta nossa primeira conversa em Dezembro, que começámos a falar. Hoje peguei no telemóvel e deu-me para ler todas as tuas mensagens, recordando assim os tempos passados – e que bons tempos. Queria ter apagado todas as mensagens que me enviaste com todas as palavras cheias de beleza e falsidade ao mesmo tempo, mas não consegui, não tive coragem, não quero ainda desfazer-me das tuas memórias. Porque apesar de tudo, ainda te considero um pedaço de mim, ainda te considero alguém especial, ainda te considero “meu”.
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